
Um minuto
Trancado no banheiro,
Fiquei em silêncio...
Observei em detalhes todo o ambiente... (...) (...) (...)
(...)... Percebi o quanto tudo era pequena,
e grande ao mesmo tempo...
derramei uma lágrima
que lentamente percorreu minha face,
que queimado do sol,
marcava riscos que viravam rios
naquele momento...
Um pensamento de fúria e ódio me dominou!!!...
O choro, foi um grito da minha alma,
O ser humano é tão belo,
Maravilhoso...
Com a capacidade divina de amar,
Doar-se ao próximo...
... E infelizmente não passam de indivíduos,
perambulado solitários
Vivos mortos!!!
Que não dizem nada com nada!!!...
Coisa com coisa!!!...
Num mundo individual cheio de espelhos
Onde vemos só a nossa imagem...
Nós somos nossos inimigos,
Que necessita de ajuda,
De um mimo,
E recebemos um vazio!!!
Com criticas não construtivas,
Pensando saber o que é melhor
Para os outros,
Esquecendo do próprio traseiro!!!...
Como pode alguém Julgar... Falar... Criticar Sem não conhece Quem sou?!!!...
Clamor
Serão estes versos
A reencarnação da voz da liberdade?!!!
Que clama por justiça?!
Tentando quebrar as correntes
Que incansáveis insistem,
As mãos dos homens?!!!
Busco asilo como Fagundes!... Que no lugar do álcool Aconchega-se na rua lima, Entre o amor e os pássaros!!!
Qual maior dor?
De ter como cenário
A escravidão?...
A guerra?...
A fome?...
E saber que é real
Mesmo depois que o condor,
Teve como irmão o povo?!!!
Gritem!!! Gritem!!!
Não se acalmem homens!
Pequeno e escravo
É aquele que tem como morta - a voz!...
O grito por liberdade!!!...
À noitinha
Gosto do vento
Que sopra a cortina
Da janela.
Da lua que clareia
O quarto
Junto com a vela.
Gosto da minha cama,
Do pijama de cor amarela,
Do sono que chega...
Pois, me faz Sonhar com ela...
Retratação
Como um errante
Louco por batalhas,
No bronze frio das balas
Que voam cabeças,
No negrume da noite
Entre testas bronzeadas
No deserto de corações...
Bronzeados pensam que é do sol!
Não sabem que é da luz divina,
Onde Deus com suas lágrimas Alimenta os famintos...
Que depois de fartos,
Viram as costas,
E na flor se alegram,
Nas mulheres se deleitam
Matando seus desejos...
Buscam constantemente a resposta,
Esquecendo-os das lágrimas divina,
Que os alimentaram...
Sentimentos
Caía à noite...
As estrelas brindavam...
A lua em sua utopia
Desenhava-se nos teus olhos...
Crio asas!...
Tomo-a em meus braços,
E voamos j untos...
Como anjos no céu...
Seus olhos...
Seus lábios...
... Acordo depois de instantes!
... Imóvel!...
Observando você...
O meu interior se agita!...
E descubro então,...
Que uma parte de mim
Sou eu,
E a outra...
É você!!!
Trancado no banheiro,
Fiquei em silêncio...
Observei em detalhes todo o ambiente... (...) (...) (...)
(...)... Percebi o quanto tudo era pequena,
e grande ao mesmo tempo...
derramei uma lágrima
que lentamente percorreu minha face,
que queimado do sol,
marcava riscos que viravam rios
naquele momento...
Um pensamento de fúria e ódio me dominou!!!...
O choro, foi um grito da minha alma,
O ser humano é tão belo,
Maravilhoso...
Com a capacidade divina de amar,
Doar-se ao próximo...
... E infelizmente não passam de indivíduos,
perambulado solitários
Vivos mortos!!!
Que não dizem nada com nada!!!...
Coisa com coisa!!!...
Num mundo individual cheio de espelhos
Onde vemos só a nossa imagem...
Nós somos nossos inimigos,
Que necessita de ajuda,
De um mimo,
E recebemos um vazio!!!
Com criticas não construtivas,
Pensando saber o que é melhor
Para os outros,
Esquecendo do próprio traseiro!!!...
Como pode alguém Julgar... Falar... Criticar Sem não conhece Quem sou?!!!...
Clamor
Serão estes versos
A reencarnação da voz da liberdade?!!!
Que clama por justiça?!
Tentando quebrar as correntes
Que incansáveis insistem,
As mãos dos homens?!!!
Busco asilo como Fagundes!... Que no lugar do álcool Aconchega-se na rua lima, Entre o amor e os pássaros!!!
Qual maior dor?
De ter como cenário
A escravidão?...
A guerra?...
A fome?...
E saber que é real
Mesmo depois que o condor,
Teve como irmão o povo?!!!
Gritem!!! Gritem!!!
Não se acalmem homens!
Pequeno e escravo
É aquele que tem como morta - a voz!...
O grito por liberdade!!!...
À noitinha
Gosto do vento
Que sopra a cortina
Da janela.
Da lua que clareia
O quarto
Junto com a vela.
Gosto da minha cama,
Do pijama de cor amarela,
Do sono que chega...
Pois, me faz Sonhar com ela...
Retratação
Como um errante
Louco por batalhas,
No bronze frio das balas
Que voam cabeças,
No negrume da noite
Entre testas bronzeadas
No deserto de corações...
Bronzeados pensam que é do sol!
Não sabem que é da luz divina,
Onde Deus com suas lágrimas Alimenta os famintos...
Que depois de fartos,
Viram as costas,
E na flor se alegram,
Nas mulheres se deleitam
Matando seus desejos...
Buscam constantemente a resposta,
Esquecendo-os das lágrimas divina,
Que os alimentaram...
Sentimentos
Caía à noite...
As estrelas brindavam...
A lua em sua utopia
Desenhava-se nos teus olhos...
Crio asas!...
Tomo-a em meus braços,
E voamos j untos...
Como anjos no céu...
Seus olhos...
Seus lábios...
... Acordo depois de instantes!
... Imóvel!...
Observando você...
O meu interior se agita!...
E descubro então,...
Que uma parte de mim
Sou eu,
E a outra...
É você!!!
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