algas na cidade
Carrego a noite
Esmago os cabelos com os pés
O suor desarticula-me o pensamento
Dos dedos sinto soltar-se a madrugada,
Os olhos inchados recusam-se,
O teu leito espera-me,
Vejo-te nua na noite
Masturbar-me os pêlos
Babo-me, Liberto prazer, acaricio-me.
Sinto as algas da cidade
Revo l verem-me o corpo,
O meu sorriso.
Arrasto-me em direcção à madrugada
Rasgo os pulsos na corrente No horizonte diviso a ténue luz
Do teu sexo húmido
Os olhos inchados recusam-se
As algas do poder ecoam-me
Na mente masturbada

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